Evento em Fortaleza reúne gestoras de todo o país e consolida estratégias para igualdade de gênero, enfrentamento à violência e fortalecimento institucional

A Unisol Brasil participa, nos dias 30 e 31 de março de 2026, do Encontro Nacional de Gestoras de Políticas Públicas para Mulheres, realizado em Fortaleza (CE), no Centro Universitário 7 de Setembro (UNI7). Promovida pelo Ministério das Mulheres, a atividade reúne gestoras estaduais e municipais, representantes do governo federal, parlamentares, movimentos sociais e instituições acadêmicas para debater os caminhos das políticas públicas voltadas às mulheres no Brasil.
O encontro integra a estratégia do governo federal de fortalecer a articulação federativa e ampliar a efetividade das políticas públicas, com foco na construção de uma agenda nacional integrada que enfrente as desigualdades de gênero, fortaleça as estruturas institucionais e avance no combate à violência e ao feminicídio.
Ao longo da programação, temas centrais como o Plano Nacional do Cuidado, políticas intersetoriais, formação de gestoras, mudanças climáticas, monitoramento de políticas públicas e estratégias de enfrentamento à violência contra as mulheres são debatidos em mesas temáticas que reúnem especialistas e lideranças de diferentes regiões do país.

A participação da Unisol Brasil reforça o papel da economia popular e solidária como instrumento fundamental para a promoção da autonomia econômica das mulheres, especialmente em territórios vulnerabilizados. A entidade contribui com o debate a partir da sua experiência na organização de cooperativas e empreendimentos solidários liderados por mulheres, que têm sido fundamentais na geração de renda, inclusão produtiva e fortalecimento comunitário.
Para Márcia Dornelles, dirigente da Unisol Brasil, o encontro representa um momento estratégico de articulação e construção coletiva de políticas públicas mais eficazes e conectadas com a realidade das mulheres brasileiras.
“Esse encontro é fundamental para fortalecer a articulação entre os diferentes níveis de governo e a sociedade civil. A economia solidária tem um papel central nesse processo, porque organiza o trabalho das mulheres a partir da cooperação, da autonomia e da geração de renda com dignidade. Precisamos garantir que essas experiências estejam presentes na formulação das políticas públicas, especialmente no enfrentamento às desigualdades e às violências que atingem as mulheres todos os dias”, destacou.

A programação teve início na segunda-feira (30), com oficina sobre mulheres e emergências climáticas, credenciamento e abertura oficial, além de anúncios de ações do governo federal. Já na terça-feira (31), as atividades seguem com mesas temáticas ao longo de todo o dia, abordando desde a dimensão intersetorial das políticas para mulheres até a construção de um sistema nacional articulado.

