NotíciasNacionalCoopasub e Meio Ambiente: pauta freqüente entre os Cooperados

Coopasub e Meio Ambiente: pauta freqüente entre os Cooperados

Nunca se debateu tanto sobre Meio Ambiente como nos últimos anos e as preocupações giram em torno da sustentabilidade da Ecologia para as gerações futuras. Isso inclui a própria sobrevivência do homem na Terra. Na esfera da alimentação, por exemplo, são discutidas pautas o estabelecimento de normas e procedimentos para que os agricultores possuam, antes de tudo, a preocupação com o uso responsável e sustentável dos recursos naturais.
Ações que contemplem essas discussões já começaram a serem postas em práticas na Coopasub. Para isso, inicialmente uma articulação com órgãos que também iniciaram essa caminhada foi realizada. Parceiros como a Fundação Banco do Brasil, UESB, Embrapa, ASA e MPA constituem peças importantes para o auxílio à Cooperativa na assistência às famílias do campo para a conscientização da importância na proteção da natureza.
Utilização de madeira certificada no complexo Industrial da COOPASUB, utilização de grelhas nos fornos de algumas Casas de Farinha, orientação para evitar as queimadas, utilização de técnicas para a prevenção de pragas e insetos, são por si só o início de uma caminhada longa e urgente: necessidade da preservação ambiental. Para Izaltiene Rodrigues, Diretor Presidente da Coopasub “desde a fundação da Cooperativa, a preservação do meio ambiente sempre foi um dos pontos principais do nosso trabalho”.
O Professor Ms. Armínio Santos (UESB) defende que a preocupação, por exemplo, com a desertificação é fundamental, pois se os solos desgastarem-se pelo mau uso, futuramente a área desgastada não terá utilidade para o plantio e complementa “os microorganismos desconhecidos ainda tem um potencial enorme, não só de serviços na área farmacêutica, quanto produtos de novas substâncias. Então, a gente está destruindo sem conhecer, isto não é possível continuar assim”.
O depoimento de Diones Oliveira, Cooperado do Assentamento Conquista do Rio Pardo, demonstra que a mobilização vem dando certo, quando diz: “a dica que eu dou para o pessoal do meu assentamento e outras comunidades é que se a gente matar uma árvore, plante dez, temos que zelar dos córregos, não deixar lixos acumulados e devemos separar vidros e plásticos”.
Por Mara Ferraz – DRT-BA 3585.

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