A UNISOL Brasil marcou presença em mais uma agenda estratégica na COP 30, realizada em Belém (PA), na manhã do último sábado, 16 de novembro. As discussões, centradas no fortalecimento do cooperativismo, da economia solidária e da agricultura familiar, reforçaram a importância das organizações produtivas nos desafios climáticos e no desenvolvimento sustentável dos territórios amazônicos e brasileiros.
A atividade principal do dia foi a mesa “Sociobiodiversidade e abastecimento: o papel estratégico do cooperativismo”, realizada no espaço Agrizone. O painel reuniu Ana Terra Reis, secretária da SEAB/MDA; Fátima Torres, representante da UNICAFES; e Francisco Malheiros, da ATAIC-ATAICOP. A mesa foi mediada pelo presidente da UNISOL Brasil, Arildo Mota Lopes, que destacou o compromisso histórico das cooperativas com a preservação da biodiversidade e com a geração de trabalho digno nas comunidades.
Para Arildo, a participação integrada nos espaços da COP 30 simboliza o papel cada vez mais estratégico do cooperativismo na transição justa:
“Estamos aqui para fortalecer a agricultura familiar, as nossas cooperativas e toda a rede da economia solidária. É dessa união que surge a capacidade de enfrentar os desafios ambientais com geração de renda, inclusão produtiva e soberania dos territórios.”
Além de conduzir o debate, a UNISOL Brasil também esteve presente em outras agendas na manhã do dia 16, prestigiando dois painéis essenciais para o campo da economia solidária e da agricultura familiar. Representaram a entidade o presidente Arildo Mota, o dirigente Harido Mauter e a cooperada Nelsa Nespolo, presidenta da JUSTA TRAMA, que também participou como expositora.
O presidente também ressaltou o compromisso do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) com o fortalecimento das redes de associativismo e cooperativismo no país. Ele lembrou que o ministro Paulo Teixeira e a secretária Ana Terra Reis têm reafirmado, em diversas agendas, o apoio ao trabalho das cooperativas vinculadas à UNICOPAS, reconhecendo seu papel no desenvolvimento sustentável e na organização produtiva das comunidades.
“Os debates do dia reforçaram que não há futuro para a sociobiodiversidade sem políticas públicas que valorizem quem produz, preserva e vive nos territórios. A presença da UNISOL Brasil na COP 30 reafirma seu compromisso com a construção de um Brasil que una justiça climática, trabalho digno e fortalecimento das organizações coletivas”, finaliza Arildo.

