O cooperativismo solidário marcou presença mais uma vez na COP30. Nesta terça-feira (18), a diretora da área socioambiental do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Tereza Campello, visitou o Espaço da Biodiversidade – Produtos Sustentáveis do Brasil, localizado na área verde da conferência, onde estão instalados os estandes das cooperativas centrais vinculadas à UNICOPAS.
A visita contou com a participação de lideranças do movimento cooperativista: Arildo Mota Lopes, presidente da UNISOL Brasil; Nelsa Nespolo, da Justa Trama; Ariel Dumota, representando a UNISOL; e Gervásio Prochinski, diretor financeiro da UNICOPAS. Campello percorreu todo o espaço, dialogou com os cooperados e pôde conhecer de perto a diversidade de produtos da sociobioeconomia brasileira.
Durante a passagem pelos estandes, a diretora do BNDES conheceu alimentos, fibras, artesanato, cosméticos naturais e outros itens produzidos por agricultores familiares, povos tradicionais e pequenos empreendimentos solidários de diferentes regiões do Brasil. Foi um momento de troca de saberes, sabores e experiências, que evidenciou a força da agricultura familiar e das cooperativas na construção de um futuro sustentável.

Segundo Arildo Mota Lopes, a visita de Campello fortalece o reconhecimento institucional da pauta da economia solidária:
“A presença da diretora do BNDES aqui demonstra que nossas cooperativas têm papel estratégico na transição para um modelo de desenvolvimento sustentável e de baixo carbono. É um sinal importante de diálogo, valorização dos territórios e da produção feita por quem vive e cuida da biodiversidade brasileira.”
A presença de Tereza Campello reforçou ainda a centralidade dos agricultores e agricultoras familiares na garantia de comida de qualidade, acessível e produzida de forma sustentável. Sua visita consolida a relevância da UNICOPAS e de suas centrais filiadas na COP30, em um momento em que a sociobioeconomia, o cooperativismo e os modelos produtivos de base comunitária ganham protagonismo nas discussões climáticas globais.
“A UNISOL Brasil segue contribuindo ativamente para fortalecer esses espaços e reafirmar que não há transição justa sem a participação dos trabalhadores, das comunidades e das cooperativas que atuam na linha de frente da preservação ambiental e da produção responsável”, finaliza Arildo.

